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Perguntas e respostas sobre saúde auditiva

1- Quando devo realizar um exame de audição?

Estudos sugerem a realização de um exame auditivo por ano a partir dos 50 anos, mesmo que não haja queixa auditiva. Deve ser realizado como um check-up, de maneira preventiva, já que ao primeiro sinal de eventual alteração, podemos evitar ou pelo menos retardar alguns processos de deterioração da capacidade auditiva.

2- Quais os primeiros sinais de uma alteração auditiva?

A perda de audição é uma deficiência invisível. Muitas vezes o paciente com alteração na audição tem o hábito de queixar-se que “as pessoas falam pra dentro”, “não articulam bem” ou “escuta apenas o que lhe convém”.

O paciente normalmente relata “eu ouço, mas não entendo!”. Isso se deve ao fato de que na fala nós temos vogais e consoantes, sendo que as vogais possuem sons de frequências mais graves e normalmente mais altos, enquanto que as consoantes tendem a ter frequências mais altas e volume mais baixos. Essa característica da fala, combinada ao fato de grande parte das alterações auditivas terem maior comprometimento nas frequências agudas, faz com que os pacientes percebam melhor as vogais do que as consoantes, não recebendo a informação completamente e, muitas vezes, não entendendo a frase completa e causando grande confusão.

Além dessa queixa muito comum, podemos observar outras, tais como:

• Dificuldade de conversar na presença de ruídos (ex. restaurantes ou na rua);
• Pedir com frequência para repetir o que foi dito
• Necessidade de olhar para as pessoas para entender o que foi dito
• Aumentar com frequência o volume da TV
• Achar que todo mundo sussurra ou “fala para dentro”

Se você possui ou conhece alguém que tenha alguma dessas queixas, não deixe de procurar um profissional habilitado para avaliar o caso.

3- Existe relação entre perda auditiva e o envelhecimento?

Estudos comprovam que existe relação entre a incidência de perda auditiva e o envelhecimento. Cerca de um terço das pessoas acima de 65 anos têm algum grau de perda auditiva. A partir dos 75, pelo menos metade das pessoas sofre com a surdez. E não podemos nos esquecer do notável aumento da expectativa de vida da população mundial, o que resulta em um aumento significativo de pessoal com algum grau de alteração auditiva.

Devido a esses fatores, novos estudos surgem relacionando alteração auditiva e problemas cognitivos, aparecimento de demências tais como o Mal de Alzheimer e/ou depressão. A alteração na audição aumenta a tendência ao isolamento, diminuindo o contato familiar e social e consequentemente há a diminuição dos estímulos auditivos.

Mais do que nunca, pacientes e familiares devem estar atentos aos primeiros sinais e sintomas e procurar ajuda profissional. E cabe a nós, profissionais especializados em saúde auditiva, orientar e buscar o melhor recurso possível para cada caso. Tratar a surdez em idosos, seja com aparelhos auditivos ou implante coclear, aliada às terapias fonoaudiológicas adaptadas a cada caso, pode ajudar a manter o cérebro em dia por muito mais tempo.

Publicado em: 19/04/2017

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